quinta-feira, 2 de junho de 2011

Da Internet para as Páginas de um Livro


Hoje iremos falar sobre a reportagem publicada na FOLHA 2 – Do Jornal Folha de Londrina, no dia 5 de abril de 2011.
A reportagem trata do lançamento do livro “Todo dia me atiro do térreo #tuiteira”, de Lula Falcão.
Um livro conta a história de Maria Lúcia, uma personagem que foi criada baseada em perfis da rede mundial. A personagem ganha via própria vivendo histórias exageradas e ilícitas, baseados em alguns perfis que via no twitter e outras redes sociais.
É fato que as redes sociais interferem em nosso cotidiano, nas nossas relações sociais, o novo dessa reportagem é ver que eles também interferem na nossa literatura.
A jornalista Raquel Recuero, publicou recentemente o livro Rede Sociais na internet, onde recai seu foco de atenção sobre os impactos das redes digitais de comunicação sobre as relações sociais.
Sabemos que a internet com todas as suas formas de relações sociais está cada vez mais presente em nossas vidas, por mais que alguém queira ficar a par da tecnologia, não é possível, uma vez que o virtual esta na vida e no cotidiano das pessoas.
Desta forma, muitas coisas mudam todos os dias, as brincadeiras de criança estão cada vez mais sendo substituídos por jogos em rede. As cartas, os cartões postais, sendo substituído cada vez mais pelos emails. Os álbuns de fotos estão na rede, álbum de família virou álbum virtual. Cd, pra que? Se agora eu tenho todas as músicas, salvas no meu PC, hoje o que eu preciso é de um cabo USB.
Isso é bom? Acreditamos que até certo ponto a tecnologia é essencial no mundo de hoje, uma vez que tudo evoluiu e não cabe a nos querer permanecer sem mudanças, é necessário tecnologias, é necessário conhecer e se apropriar dessa nova realidade que se coloca na contemporaneidade.
Mas é necessário saber compreender e valorizar todas essas coisas, entendendo que por mais que se tenham mudanças, muitas coisas continuam sendo essencial na historia, como um livro.
Penso que ao transformar posts do blog em livro o autor Lula Falcão, estava tentando um formato diferente das formas convencionais, misturando tecnologia ao tradicional, trazendo elementos novos para a literatura, uma vez que o formato do livro estivesse com cara de blog, mas com a essência de um livro que conta uma historia, e que tem a intenção de prender a atenção dos leitores e transmitir quem sabe uma reflexão, sobre o espaço que o mundo virtual tem ocupado em nossas vidas.
O fato é que: “Redes Sociais complexas sempre existiram, mas os desenvolvimentos tecnológicos recentes permitiram sua emergência como uma forma dominante de organização social. Exatamente como uma rede de computadores conecta máquinas, uma rede social conecta pessoas [...]”. ( Wellman, 2002b,p.2).

Diagnóstico Social Município de Guarapuava

Município: Guarapuava

1- DATASUS:

Demografia:









Saneamento:



Rede Ambulatorial



Rede Hopitalar:


Assistência Ambulatorial:


Assistência Hospitalar:



Morbidade Hospitalar:


Nascimentos


Mortalidade:

DADOS NÃO LOCALIZADO PELO GRUPO.

Imunizações:


Atenção Básica:


Pagamentos e Transferências:


Orçamento Público:
] DADO NÃO LOCALIZADO PELO GRUPO.

2- DATASUS: Dados Epidemiológicos em AIDS

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Dignótico Social do Município de Guarapuava

Grupo: Amanda Daiana, Josiane Redon e Josiane Ribeiro

Município: Guarapuava

A Presente atividade tem finalidade exclusivamente acadêmica de simulação de um diagnóstico municipal para atuação no campo das políticas públicas, utilizando-se de ferramentas informacionais disponíveis nos endereços eletrônicos do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Os dados aqui publicados, portanto são públicos e refletem a realidade dos municipios escolhidos aleatoriamente pelas acadêmicas do curso de Serviço Social da Universidade Estadual de Londrina.

1. Informações sobre o Prefeito

Nome: Fernando Ribas Carli
Idade: 60 anos
Escolaridade: Ensino superior completo
O prefeito está em exercício do mandato neste município desde 2008.
Partido pelo qual foi eleito: PP
Partido atual: PP

Fernando Ribas Carli, nasceu em Guarapuava, em nove de Outubro de 1949. Filho de Ivo Carli e Iná Ribas Carli, descendentes de imigrantes de italianos, de família tradicional, que ajudou na fundação e construção do município. Começou a trabalhar com 12 anos de idade como Office boy, numa empresa madeireira, onde também exercia o ofício de auxiliar de contabilidade.
Iniciou carreira política em 1986 como candidato a Deputado Estadual do Paraná. Em 1988, foi eleito Prefeito em Guarapuava, em seguida, eleito Deputado Federal e assumiu a chefia da Casa Civil do Governo do Estado, na 1ª metade do Governo Jaime Lerner. Em 1994, foi eleito Deputado Federal, até o ano de 1998. Em 1999 assumiu uma cadeira na Assembléia Legislativa do Paraná, tendo atuações de destaque em comissões, nas duas esferas de seus mandatos. Em 2004 foi eleito novamente Prefeito de Guarapuava. É um profundo conhecedor da História do Paraná, e principalmente da história de Guarapuava, rica em tradições, cultura, turismo e lazer. Fernando é um apaixonado por Guarapuava e sua maior preocupação é desenvolvê-la, abrindo portas para novos investimentos, preservando as tradições e o patrimônio histórico e proporcionando mais qualidade de vida para toda a população.






2. Recursos Humanos
2.1 Composição do Quadro de Pessoal da Administração Direta


Total de funcionários ativos da administração direta: 3817
Estatutários : 3543
Celetistas (CLT): 147
Somente comissionados: 126
Estagiários: 1
Sem vínculo permanente: 0

2.2 Composição do Quadro de Pessoal de Administração Indireta

Administração indireta - existência Sim
Total de funcionários ativos da administração indireta: 544
Estatutários:0
Celetistas (CLT): 523
Somente comissionados: 0
Estagiários: 21
Sem vínculo permanente: 0

2.3 Informações registros administrativos

Realização de concurso nos últimos 24 meses para contratação de pessoal: Sim
No edital do concurso houve reserva de vagas para pessoas com deficiência: Sim
Contratação de pessoal nos últimos 24 meses - existência: Sim
Registro no quadro de pessoal da administração direta de forma a identificar a quantidade de pessoas com deficiência - existência: Sim
Unidades administrativas chefiadas por mulheres - existência: Sim


3. Legislação e Instrumentos de Planejamento no Município
3.1 Conselho Municipal de Política Urbana, Desenvolvimento Urbano, da cidade ou similar.



Conselho municipal de política urbana, desenvolvimento urbano, da cidade ou similar - existência: Sim
Ano de criação: 1986
O conselho é paritário: Sim
Caráter do conselho:
Consultivo: Sim
Deliberativo: Não
Normativo: Não
Fiscalizador: Não

O conselho realizou reunião nos últimos 12 meses: Sim

3.2 Instrumentos de Planejamento Municipal

O município integra:
Aglomeração urbana: Não
Área de interesse turístico: Sim
Área de influência de empreendimentos com significativo impacto ambiental de âmbito regional ou nacional: Não
Não integra as áreas citadas: Não
O município possui legislação específica sobre zona e/ou área de interesse social: Sim
O município possui legislação específica sobre zona e/ou área de interesse especial: Sim
Tipo de área de interesse:
Ambiental: Sim
Histórico: Não
Cultural: Sim
Paisagístico: Sim
Arquitetônico:Não
Arqueológico: Não
Outra: Não
Lei de parcelamento do solo - existência: Sim
Lei de zoneamento ou equivalente - existência: Sim
Código de obras - existência: Sim
Orienta-se pelas regras previstas nas normas técnicas de acessibilidade: Não

3.3 Instrumentos de Política Urbana

Existência de lei específica de Solo criado: Sim
Existência de lei específica de Contribuição de melhoria: Sim
Existência de lei específica de Operação urbana consorciada: Sim
Existência de lei específica de Estudo de impacto de vizinhança: Sim
Código de Posturas: Sim
Plano Diretor - existência: Sim
Orienta-se pelas regras previstas nas normas técnicas de acessibilidade:Sim
Contempla os instrumentos de planejamento municipal e urbano:
Parcelamento do solo: Sim
Zoneamento ou equivalente: Sim
Código de obras: Sim
Contribuição de melhoria: Sim
Operação urbana consorciada: Sim
Existência de lei específica de Solo criado: Sim
Estudo de impacto de vizinhança: Sim
Código de Posturas:Sim
Zonas especiais de interesse social: Sim
Outras zonas especiais:Sim
Solo criado:Não
O município está revendo o Plano Diretor: Sim
O município está elaborando o Plano Diretor: Não


4.Recursos para a Gestão
4.1Cadastro do IPTU



Cadastro imobiliário - existência:Sim
Cadastro imobiliário informatizado:Sim
O município cobra IPTU:Sim
Ano da lei: 1956
Planta Genérica de Valores - existência:Sim
Planta Genérica de Valores informatizada - existência:Sim
Cadastro de ISS - existência:Sim
Cadastro de ISS informatizado:Sim

4.2 Taxas Instituídas


Taxa de iluminação pública - existência:Sim
Taxa de coleta de lixo - existência:Sim
Taxa de incêndio ou combate a sinistros - existência:Sim
Taxa de limpeza urbana - existência:Sim
Taxa de poder de polícia - existência:Sim
Outros tipos de taxas - existência:Sim

4.3 Implantação de Empreendimentos

Mecanismos de incentivo à implantação de empreendimento - existência:Sim
Mecanismos utilizados nos últimos 24 meses:
Isenção parcial do IPTU:Sim
Isenção total do IPTU:Sim
Isenção do ISSQN:Sim
Isenção de taxas:Sim
Cessão de terrenos:Sim
Doação de terrenos:Não
Outros:Não
Não utilizou:Não
Tipo de empreendimento beneficiado nos últimos 24 meses:
Industrial :Sim
Comercial e serviços:Sim
Turismo, esporte e lazer.:Sim
Agropecuário:Não
Outros:Não
Mecanismos de restrição à implantação de empreendimento - existência:Não
Mecanismos utilizados nos últimos 24 meses:
Legislação:Não aplicável
Tributação:Não aplicável
Outro:Não aplicável
Não utilizou:Não aplicável
Tipo de empreendimento onde foi aplicado nos últimos 24 meses:
Indústria poluidora:Não aplicável
Indústria extrativa:Não aplicável
Comercial e serviços:Não aplicável
Turismo, esporte e lazer.:Não aplicável
Outros:Não aplicável
Distrito industrial regulamentado por lei específica estadual ou municipal - existência:Sim

4.4 Programas ou ações de geração de trabalho e renda

Programas ou ações de geração de trabalho e renda - existência:Sim
Público alvo desses programas ou ações
Adolescente:Sim
Jovens:Sim
Indígena:Não
Pessoas com deficiência:Não
Idosos:Não
População de baixa renda:Sim
População residente:Sim
Outros:Não
Política de apoio ao primeiro emprego de jovens e adolescentes no município - existência:Sim

4.5 Articulação Interinstitucional

Na política de desenvolvimento urbano o município participa de:
Consórcio público intermunicipal:Não
Consórcio público com o Estado:Não
Consórcio público com o Governo Federal:Não
Convênio de parceria com o setor privado:Não
Apoio do setor privado ou de comunidades:Não
Na política de emprego e/ou trabalho o município participa de:
Consórcio público intermunicipal:Não
Consórcio público com o Estado:Não
Consórcio público com o Governo Federal:Não
Convênio de parceria com o setor privado:Não
Apoio do setor privado ou de comunidades:Sim

5. Comunicação e Informática
5.1 Serviços de Atendimento ao Público


Meios de comunicação utilizados para contato com o público:
Correio:Sim
Fax:Sim
Jornais:Não
Internet (página, portal, home-page, e-mail).:Sim
Telefone convencional:Sim
Telefone dedicado exclusivamente para atender ao público:Não
Outros serviços disponíveis:Não
Não disponibiliza:Não

5.2 Informática

A administração direta possui computadores em funcionamento:Sim
Esses computadores estão ligados em rede:Sim
Computadores com acesso a internet:Sim
Forma de acesso à internet:Banda larga
A página na internet da prefeitura está:Ativa
Endereço da página na internet da prefeitura: www.guarapuava.pr.gov.br
A página da internet da prefeitura pode ser classificada como:Interativa
Serviços disponibilizados na página:
Serviços informativos do município e notícias:Sim
Acesso a documentos e formulários:Não
Licitações:Sim
Ouvidoria, serviço de atendimento ao cidadão.:Não
Pregão eletrônico:Não
Consulta a processos:Sim
Consulta prévia (obtenção de alvará provisório):Não
Diário oficial, legislação municipal e finanças públicas.:Não
Concursos públicos:Sim
Matrícula escolar na rede pública on line:Não
Emissão de certidão negativa de débito e alvará:Não
Agendamento de consulta na rede pública de saúde:Não
Outros:Não
A página na internet da prefeitura é acessível a pessoas com deficiência:Não é acessível
A prefeitura garante o acesso ao público aos serviços disponibilizados na sua página na internet através:
Quiosque ou balcão informatizado em locais de grande circulação de público:Não
Instalações públicas governamentais:Sim
Outros:Não
Não garante acesso:Não



5.3 Inclusão Digital



A prefeitura desenvolve política ou plano de inclusão digital:Sim
Projetos e ações implementados por esta política:
Criação de Tele centros por iniciativa da prefeitura:Não
Número de Tele centros em funcionamento:Não aplicável
Quantos contam também com recurso federal:Não aplicável
Computadores com acesso à internet disponibilizada para uso do público em geral:Não
Instalação de computadores na rede pública municipal de ensino com acesso à internet:Sim
Outros:Não

6. Educação
6.1 Órgão gestor e instrumentos de planejamento da educação



Caracterização do órgão gestor da educação no município:Secretaria em conjunto com outra política
Sistema municipal de ensino próprio - existência:Não
Como está organizado o sistema municipal de ensino:Vinculado ao sistema estadual
Instrumentos legais que contemplam a política municipal de ensino:
Lei orgânica municipal:Sim
Lei do orçamento anual (LOA):Sim
Lei de diretrizes orçamentárias (LDO):Sim
Plano Plurianual de investimentos (PPA):Sim
Portaria do órgão gestor da educação:Não
Nenhum dos instrumentos citados:Não
Objeto regulamentado por instrumento legal:
Projetos, programas e ações da educação municipal.:Sim
Concessão de incentivos fiscais para entidades educacionais:Sim
Conselho de Controle e Acompanhamento Social do FUNDEF:Sim
Conselhos escolares:Sim
Conselho de Alimentação Escolar:Sim
Conselho do Transporte Escolar:Sim
Sistema Municipal de Ensino:Não
Outros:Não
Plano Municipal de educação - existência:Não
O plano incorpora educação em direitos humanos no currículo da rede municipal:Não aplicável
Na rede municipal de ensino municipal existe capacitação de professores:
Em direitos humanos:Sim
Na temática de gênero:Sim
Na temática raça/etnia:Sim
Em orientação sexual:Sim
Não existe capacitação nas áreas citadas:Não
Escola apta a receber pessoas com deficiência na rede municipal - existência:Sim

6.2 Ações
Cinco principais medidas ou ações adotadas pelo órgão gestor:
Investimento em organização administrativa:Não
Autonomia financeira da escola:Não
Participação da comunidade na gestão da escola:Não
Campanha e/ou programa para matricular as crianças na escola:Sim
Diminuição da evasão escolar:Sim
Regulamentação e valorização da carreira do magistério:Sim
Capacitação de professores:Sim
Contratação de professores:Não
Melhorias ou implementação de :Não
Ampliação do atendimento de alunos com necessidades educacionais especiais:Não
Desenvolvimento de projetos voltados para a educação de jovens e adultos:Não
Desenvolvimento de projetos voltados para a educação no campo, indígena e ambiental.:Não
Instituição de cursos de educação profissional:Não
Desenvolvimento de projetos voltados para promoção de uma educação que contribua para a redução da discriminação racial, por gênero e por orientação sexual.:Não
Outras:Não


6.3 Conselho e Fundo Municipal de Educação


Conselho municipal de educação - existência:Não
Ano de criação:Não aplicável
O conselho é paritário:Não aplicável
Caráter do conselho:
Consultivo:Não aplicável
Deliberativo:Não aplicável
Normativo:Não aplicável
Fiscalizador:Não aplicável
O conselho realizou reunião nos últimos 12 meses:Não aplicável
Fundo municipal de educação - existência:Não


6.4 Articulação Interinstitucional


Na política de educação o município participa de:
Consórcio público intermunicipal:Não
Consórcio público com o Estado:Sim
Consórcio público com o Governo Federal:Sim
Convênio de parceria com o setor privado:Sim
Apoio do setor privado ou de comunidades:Não

7. Cultura
7.1 Órgão gestor e legislação da cultura


Caracterização do órgão gestor da cultura no município:Setor subordinado a outra secretaria
Legislação municipal de proteção ao patrimônio cultural:Sim
Natureza do bem tombado
Patrimônio material:Sim
Patrimônio imaterial:Não


7.2 Conselho Municipal de Cultura



Conselho municipal de cultura - existência:Não
Ano de criação:Não aplicável
O conselho é paritário:Não aplicável
Caráter do conselho:
Consultivo:Não aplicável
Deliberativo:Não aplicável
Normativo:Não aplicável
Fiscalizador:Não aplicável
O conselho realizou reunião nos últimos 12 meses:Não aplicável


7.3 Articulação interinstitucional

Na política de cultura o município participa de:
Consórcio público intermunicipal:Não
Consórcio público com o Estado:Não
Consórcio público com o Governo Federal:Não
Convênio de parceria com o setor privado:Sim
Apoio do setor privado ou de comunidades:Sim
Na política de turismo o município participa de:
Consórcio público intermunicipal:Não
Consórcio público com o Estado:Não
Consórcio público com o Governo Federal:Não
Convênio de parceria com o setor privado:Não
Apoio do setor privado ou de comunidades:Não

7.4 Equipamentos Culturais e meios de comunicação

Existe no município:
Bibliotecas públicas:Sim
Museus :Sim
Teatros ou salas de espetáculos:Não
Centro cultural:Sim
Cinemas:Sim
Videolocadoras: Sim
Estádios ou ginásios poliesportivos:Sim
Provedor de internet:Sim
Unidades de ensino superior :Sim
Shopping Centers :Sim
Lojas de discos, CDs, fitas e Dvds.:Sim
Livrarias :Sim
Rádio AM:Sim
Rádio FM:Sim
Rádio comunitária AM ou FM:Não
Geradora de TV:Não
Clubes e associações recreativas:Sim


7.5 Atividades artesanais



Principais atividades artesanais:
Bordado:Sim
Barro:Não
Couro:Não
Conchas:Não
Culinária típica:Não
Fios e fibras:Não
Fibras vegetais:Não
Frutas e sementes:Não
Madeira:Não
Material reciclável:Sim
Metal:Não
Pedras:Não
Pedras preciosas:Não
Tecelagem:Não
Tapeçaria:Não
Renda:Não
Vidro:Não
Outros:Sim

7.6 Grupos artísticos



Grupos artísticos:
Teatro:Sim
Manifestação tradicional popular:Sim
Cineclube: Não
Dança:Sim
Musical :Sim
Orquestra:Não
Banda:Sim
Coral:Sim
Associação literária:Sim
Capoeira:Sim
Circo:Não
Escola de samba:Não
Bloco carnavalesco:Não
Desenho e pintura :Sim
Artes plásticas e visuais :Sim
Artesanato :Sim
Outra - existência:Não

8. Esporte
8.1 Órgão gestor e legislação do esporte


Caracterização do órgão gestor do esporte no município:Secretaria em conjunto com outra política
A lei orgânica do município trata do esporte:Sim
Existem outros instrumentos legais que tratem do esporte:Sim
Objetos regulamentados por estes instrumentos:
Sistema municipal de esporte:Não
Conselho municipal de esporte:Não
Concessão de incentivos e isenções fiscais para o esporte:Sim
Fundo municipal do esporte:Não
Bolsa atleta:Não
Subvenções concedidas para o esporte:Sim
Projetos esportivos:Sim
Outros:Não

8.2 Conselho Municipal de Esporte


Conselho municipal de esporte - existência: Não
Ano de criação: Não aplicável
O conselho é paritário: Não aplicável
Caráter do conselho:
Consultivo: Não aplicável
Deliberativo: Não aplicável
Normativo: Não aplicável
Fiscalizador: Não aplicável
O conselho realizou reunião nos últimos 12 meses: Não aplicável


8.3 Ações e programas


A prefeitura executa ações, projetos e/ou programas isoladamente ou convênio e/ou parceria com outras entidades:
No esporte educacional: Sim
No esporte de rendimento: Sim
No esporte e lazer: Sim
No esporte para pessoa com deficiência: Sim
A prefeitura tem conhecimento da existência de ligas esportivas regularmente constituídas: Sim
A prefeitura tem calendário esportivo: Sim


9. Habitação
9.1 Órgão gestor e plano municipal de habitação



Caracterização do órgão gestor da habitação no município:Secretaria em conjunto com outra política
O município possui plano municipal de habitação:Não
Está elaborando:Sim


9.2 Conselho e fundo municipal de habitação

Conselho municipal de habitação - existência: Não
Ano de criação: Não aplicável
O conselho é paritário: Não aplicável
Caráter do conselho:
Consultivo: Não aplicável
Deliberativo: Não aplicável
Normativo: Não aplicável
Fiscalizador: Não aplicável
O conselho realizou reunião nos últimos 12 meses: Não aplicável
Fundo municipal de habitação - existência: Sim
O fundo municipal de habitação reúne todos os recursos orçamentários e de outras fontes destinados aos programas habitacionais: Sim


9.3 Cadastro de famílias interessadas em programas habitacionais


A prefeitura possui cadastro ou levantamento de famílias interessadas em programas habitacionais: Sim
O cadastro é informatizado: Sim
Inclui a natureza do benefício pretendido pelas famílias: Sim
Existe a identificação de:
Idosos: Não
Mulheres chefes de família: Não
Renda per capita da família: Sim
Pessoas de raça/etnia negra ou indígena: Não
Pessoas com deficiência: Não
Número de dependentes por família: Sim
Nenhuma identificação: Não
Existe critério de preferência e/ou prioridade para o atendimento das pessoas identificadas: Sim


9.4 Regularização fundiária

O município possui legislação específica que dispõe sobre regularização fundiária:Não
O município possui plano e/ou programa específico de regularização fundiária:Sim


9.5 Articulação interinstitucional

Na política de habitação o município participa de:
Consórcio público intermunicipal:Não
Consórcio público com o Estado:Não
Consórcio público com o Governo Federal:Não
Convênio de parceria com o setor privado:Não
Apoio do setor privado ou de comunidades:Não

10. Transporte
10.1 Órgão gestor e conselho municipal de transporte

Caracterização do órgão gestor do transporte no município:Setor subordinado a outra secretaria
Conselho municipal de transporte - existência: Não
Ano de criação: Não aplicável
O conselho é paritário: Não aplicável
Caráter do conselho:
Consultivo: Não aplicável
Deliberativo: Não aplicável
Normativo: Não aplicável
Fiscalizador: Não aplicável
O conselho realizou reunião nos últimos 12 meses: Não aplicável


10.2 Serviços de Transporte


Serviços de transporte existentes no município
Barco: Não
Metrô: Não
Moto táxi: Não
Táxi: Sim
Trem: Não
Van: Sim
Transporte coletivo por ônibus intramunicipal - existência: Sim
A concessão, permissão ou autorização leva em consideração os critérios e as normas de acessibilidade.: Sim

Passageiros com isenção na tarifa
Idosos: Total
Estudantes da rede pública: Não
Estudantes da rede privada: Não
Carteiros: Total
Pessoas com deficiência: Total
Policiais: Total
Professores: Não
Crianças menores de sete anos:Não
Outros: Não
Transporte coletivo por ônibus intermunicipal: Sim
Atende ao deslocamento entre bairros, distritos, localidades dentro do município.:Não



10.3 Articulações interinstitucionais


Na política de transporte o município participa de:
Consórcio público intermunicipal: Não
Consórcio público com o Estado: Não
Consórcio público com o Governo Federal: Não
Convênio de parceria com o setor privado: Não
Apoio do setor privado ou de comunidades: Não


11. Saúde
11.1 Órgão gestor da saúde, escolaridade e formação de gestor.

Caracterização do órgão gestor da saúde no município: Secretaria exclusiva
Escolaridade do titular do órgão gestor: Pós-graduação
Formação de nível superior do gestor: Médico


11.2 Conselho, fundo e plano municipal de saúde.


Conselho municipal de saúde - existência: Sim
Ano de criação: 1991
O conselho é paritário: Sim
Caráter do conselho:
Consultivo: Sim
Deliberativo: Sim
Normativo: Sim
Fiscalizador: Sim
O conselho realizou reunião nos últimos 12 meses: Sim
Fundo municipal de saúde - existência: Sim
Responsável pela gestão do fundo: Não
Plano municipal de saúde - existência: Sim
Ano de criação do plano: 2007


11.3 Unidade de saúde


Existe no município:
Maternidade:Sim
Maternidade com posto de registro civil de nascimento:Não
Unidade de emergência:Sim
Laboratório de análises clínicas:Sim
Farmácia popular:Sim
Programa agente comunitário de saúde:Sim


11.4 Programa de Saúde da Família


Programa de saúde da família - existência: Sim
Total de equipes: 20
Total de médicos nas equipes: 20
Total de odontólogos nas equipes: 20
Total de enfermeiros nas equipes: 20


11.5 Articulações interinstitucionais



Na política de saúde o município participa de:
Consórcio público intermunicipal: Sim
Consórcio público com o Estado: Sim
Consórcio público com o Governo Federal: Não
Convênio de parceria com o setor privado: Sim
Apoio do setor privado ou de comunidades: Sim


12. Segurança Pública e Acesso a Justiça
12.1 Segurança

Caracterização do órgão gestor responsável pela segurança pública no município: Não possui estrutura
Conselho municipal de segurança pública - existência: Não
Ano de criação: Não aplicável
O conselho é paritário: Não aplicável
Caráter do conselho:
Consultivo: Não aplicável
Deliberativo: Não aplicável
Normativo: Não aplicável
Fiscalizador: Não aplicável
O conselho realizou reunião nos últimos 12 meses: Não aplicável

Fundo municipal de segurança pública - existência: Não
Plano municipal de segurança pública - existência: Não

Existe no município:
Delegacia de polícia civil: Sim
Delegacia de polícia especializada no atendimento à mulher: Sim
Delegacia de proteção ao idoso: Não
Delegacia de proteção à criança e ao adolescente (DPCA) *: Não
Delegacia da criança e do adolescente (DCA) **: Não
Delegacia da criança e do adolescente (especialidades não separadas): Não
Instituição especializada no atendimento ao idoso vítima de violência: Não
Centros integrados de atenção e prevenção à violência contra o idoso: Não
Presídio exclusivamente feminino: Não
Presídio com carceragem exclusivamente feminina: Sim
Instituto médico legal: Sim
Centro de integração social da associação e proteção e assistência ao condenado: Não
Delegacia de proteção ao meio ambiente: Não
Centro de atendimento especializado para a população lésbica, gay, bissexual, travestis e transexuais.: Não
Conselho comunitário de segurança: Sim

* Especializada em apurar crimes praticados contra crianças e adolescentes
**Especializada em apurar atos inflacionais praticados por adolescentes


Acesso oficial a registro de criminalidade violenta produzidos pelo estado: Não
Unidade do Corpo de Bombeiros: Sim
O município dispõe com relação à Defesa civil de: Coordenadoria municipal

12.2 Guarda Municipal

Guarda municipal - existência: Sim
Ano de criação: 2009
Efetivo Total: Ignorado
Homens: Ignorado
Mulheres: Ignorado
Treinada e/ou capacitada
Na ocasião do ingresso: Não
Periódicamente: Não
Ocasionalmente: Não
Não é treinada e/ou capacitada: Sim

Existência de disciplina e/ou matéria de direitos humanos:Não aplicável
Formação profissional do comandante: Outros
A guarda utiliza: Ignorado
Faixa do salário inicial: Ignorado

Órgão de controle
Interno (corregedoria):Ignorado
Externo (ouvidoria):Ignorado
Outro tipo de controle:Ignorado

Não possui:Ignorado
Registro de ocorrências:Ignorado

Principais atividades:
Segurança e/ou proteção do prefeito e/ou outras autoridades: Ignorado
Ronda escolar: Ignorado
Proteção de bens, serviços e instalações do município.: Ignorado
Posto de guarda (bairros, entrada da cidade, etc.).: Ignorado
Patrulhamento ostensivo a pé, motorizado ou montado.: Ignorado
Atividades da defesa civil: Ignorado

Atendimento de ocorrências policiais: Ignorado
Proteção ambiental: Ignorado
Auxílio no ordenamento do trânsito: Ignorado
Controle e fiscalização de comércio de ambulantes: Ignorado
Auxílio à Polícia Militar: Ignorado
Ações educativas junto à população: Ignorado
Auxílio à Polícia Civil: Ignorado
Patrulhamento de vias públicas: Ignorado
Auxílio ao público: Ignorado
Auxílio no atendimento do Conselho Tutelar: Ignorado
Segurança em eventos/comemorações: Ignorado
Atendimentos sociais (partos assistência social, dentre outros).:Ignorado
Serviços administrativos (serviço burocrático, secretariar autoridades).:Ignorado
Assistência ao judiciário: Ignorado
Programas sociais de prevenção ao crime e violência: Ignorado
Outras: Ignorado


12.3 Acesso a Justiça

Município é sede de comarca: Sim
Núcleo de defensoria pública na comarca: Não
Núcleo especializado para criança e adolescente: Não aplicável
Núcleo especializado para idoso:Não aplicável
Núcleo especializado para conflito agrário: Não aplicável
Núcleo especializado para mulher: Não aplicável
Núcleo especializado para conflito indígena:Não aplicável
Núcleo especializado para meio ambiente:Não aplicável
Inexistindo na comarca defensoria pública, o município presta este serviço.:Existe defensoria
Juizado especializado no atendimento à criança e ao adolescente - existência:Sim
Juizado especializado no atendimento ao idoso - existência: Não
Juizado especial de violência contra a mulher - existência: Não
Município mantém serviço de assistência jurídica: Não


13. Direitos Humanos
13.1 Órgão gestor de direitos humanos


Caracterização do órgão gestor responsável pela política de direitos humanos no município: Não possui estrutura
O órgão gestor responsável pela política de direitos humanos no município possui orçamento próprio: Não aplicável

O órgão gestor responsável pela política de direitos humanos no município é responsável por executar programas e ações para:
Ciganos: Não aplicável
Crianças e adolescentes: Não aplicável
Educação em direitos humanos: Não aplicável
Mulheres: Não aplicável
Idosos: Não aplicável
Lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.:Não aplicável
Pessoa com deficiência: Não aplicável
Promoção e igualdade racial: Não aplicável
Outros:Não aplicável



13.2 Acessibilidade

Itens de acessibilidade existentes no prédio sede da prefeitura municipal:
Espaços e instalações internas com rampa:Não
Equipamento eletromecânico de deslocamento vertical:Sim
Sanitário acessível:Não
Piso tátil direcional e de alerta: Não
Elevadores com botoneiras internas e externas em braile e sonorizadas:Não
Telefone público adaptado para pessoas surdas ou com deficiência auditiva: Não
Mobiliário de recepção e atendimento adaptado à altura e condição física de pessoas em cadeiras de roda: Sim
Serviços de atendimento para pessoas com deficiência auditiva, surdas e cegas, prestados por intérpretes, pessoas capacitadas em LIBRAS ou guias-intérpretes.: Não
Pessoal capacitado para prestar atendimento às pessoas com deficiência visual, cegos, deficiência intelectual e múltipla.: Sim
Disponibilidade de área especial para embarque e desembargue de pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida: Não
Reserva de no mínimo 2% do total de vagas para veículos que transporte pessoas com deficiência: Sim
Divulgação, em lugar visível, do direito de atendimento prioritário (sinalização).: Não
Admissão da entrada e permanência de cão-guia: Não
Rebaixamento de calçadas com rampa ou elevação da via para a atravessa de pedestre em nível: Sim
Cabines telefônicas acessíveis: Não


13.3 Estrutura e legislação

O tema direitos humanos é tratado:
Lei orgânica do município: Não
Plano plurianual: Não
Lei de diretrizes orçamentárias: Não

Estrutura organizacional da prefeitura com instrumento para recebimento de denúncias de violação de direitos humanos: Sim
Instrumento:
Telefone: Sim
Telefone gratuito: Sim
Balcão de atendimento: Sim
Página na internet: Não
Correio: Sim
E-mail: Sim
Outros: Não
Serviço de registro e acompanhamento das denúncias - existência: Sim
Órgão responsável por receber e fazer o registro e acompanhamento das denúncias: Serviço de assistência social
Acampamento cigano - existência: Não

Legislação municipal que dispõe sobre:
Adaptação de espaços culturais, artísticos e desportivos para facilitar o ingresso, locomoção e acomodação de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.:Sim
Concessão de meia-entrada para maiores de 65 anos nos espetáculos culturais, artísticos e eventos desportivos promovidos ou subsidiados pela administração direta e/ou indireta.: Não
Criação de locais específicos para pessoas com deficiência que necessitem de cadeiras de rodas para sua locomoção, nos locais de espetáculos culturais, artísticos e desportivos no município.: Sim
Assegura o ingresso de cães-guia para pessoas com deficiência visual em espaços culturais, artísticos e desportivos.: Não
Concessão de meia-entrada para pessoas com deficiência nos espetáculos culturais, artísticos e eventos desportivos promovidos ou subsidiados pela administração direta e/ou indireta.: Não
Reconheça direitos a lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.: Não
Outras legislações relacionadas a direitos humanos: Não


13.4 Política, programas e ações.


Política, plano ou programa de direitos humanos.: Não
Política ou ações de combate ao uso de trabalho forçado: Não
Política, programa ou ações para o combate ao subregistro civil de nascimento.: Não
Política, programa ou ações para a população em situação de rua.: Não
Política, programa ou ações para lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.: Não
Política, programa ou ações de reinserção de egressos do sistema prisional.: Não
Política, programa para o idoso.: Sim
Plano municipal de atendimento socioeducativo: Não
Outras políticas, programas, plano ou ações relacionados a direitos humanos.: Sim
Política para crianças e adolescentes - existência: Sim
Retirada de crianças e adolescentes em situação de rua:Sim
Lazer para crianças e adolescentes: Sim
Desabrigamento: Sim
Combate ao trabalho infantil: Sim
Combate à exploração sexual de crianças e adolescentes: Sim
Combate ao turismo sexual com exploração de crianças e adolescentes: Sim
Atendimento à criança e adolescente com deficiência: Sim
Atendimento ao adolescente em conflito com a lei: Sim
Outros: Não

Local para acautelamento de adolescente em conflito com a lei - existência: Não
Celas especiais: Não aplicável
Unidades especiais: Não aplicável
Outros: Não aplicável
As medidas socioeducativas em meio aberto são executadas pela: Prefeitura

13.5 Conselhos e fundos municipais


Conselho Tutelar - existência: Sim
Vinculado administrativamente: Órgão gestor de assistência social
Conselho municipal de direitos humanos - existência: Não
Ano de criação: Não aplicável
O conselho é paritário: Não aplicável

Caráter do conselho:
Consultivo: Não aplicável
Deliberativo: Não aplicável
Normativo: Não aplicável
Fiscalizador: Não aplicável
O conselho realizou reunião nos últimos 12 meses: Não aplicável
Vinculado administrativamente: Não aplicável
Fundo municipal de direitos humanos - existência: Não

Conselho municipal de direitos da criança e do adolescente - existência: Sim
Ano de criação: 1991
O conselho é paritário: Sim
Caráter do conselho:
Consultivo: Sim
Deliberativo: Sim
Normativo: Não
Fiscalizador: Sim
O conselho realizou reunião nos últimos 12 meses: Sim
Vinculado administrativamente: Órgão gestor da assistência social
Fundo municipal de direitos da criança e do adolescente - existência: Sim

Conselho municipal de igualdade racial ou similar - existência: Não
Ano de criação: Não aplicável
O conselho é paritário: Não aplicável

Caráter do conselho:
Consultivo: Não aplicável
Deliberativo: Não aplicável
Normativo: Não aplicável
Fiscalizador: Não aplicável
O conselho realizou reunião nos últimos 12 meses: Não aplicável
Vinculado administrativamente: Não aplicável

Conselho municipal de direitos da juventude ou similar - existência: Não
Ano de criação: Não aplicável
O conselho é paritário: Não aplicável

Caráter do conselho:
Consultivo: Não aplicável
Deliberativo: Não aplicável
Normativo: Não aplicável
Fiscalizador: Não aplicável
O conselho realizou reunião nos últimos 12 meses: Não aplicável
Vinculado administrativamente: Não aplicável

Conselho municipal de direitos do idoso - existência: Sim
Ano de criação: 2004
O conselho é paritário: Sim

Caráter do conselho:
Consultivo: Sim
Deliberativo: Sim
Normativo: Não
Fiscalizador: Sim
O conselho realizou reunião nos últimos 12 meses: Sim
Vinculado administrativamente: Órgão gestor da assistência social

Conselho municipal de direitos da pessoa com deficiência - existência: Sim
Ano de criação: 2004
O conselho é paritário: Sim

Caráter do conselho:
Consultivo: Sim
Deliberativo: Sim
Normativo: Não
Fiscalizador: Sim
O conselho realizou reunião nos últimos 12 meses: Sim
Vinculado administrativamente: Órgão gestor da assistência social

Conselho municipal de direitos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais - existência.: Não
Ano de criação: Não aplicável
O conselho é paritário: Não aplicável

Caráter do conselho:
Consultivo: Não aplicável
Deliberativo: Não aplicável
Normativo: Não aplicável
Fiscalizador: Não aplicável
O conselho realizou reunião nos últimos 12 meses: Não aplicável
Vinculado administrativamente: Não aplicável

14. Política de Gênero
14.1 Órgão gestor da política de gênero


Caracterização do órgão gestor responsável pela formulação, coordenação e implementação de políticas para mulheres no município: Setor subordinado a outra secretaria
O órgão gestor responsável pela política para mulheres no município possui orçamento próprio: Não
O órgão gestor responsável pela política para mulheres no município é responsável por executar programas e ações para outros grupos específicos: Sim

Grupos de:
Idosos: Sim
Lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.:Não
Crianças e adolescentes:Sim
Negros:Não
Pessoa com deficiência:Sim
Indígenas: Não
Outros: Sim

Principais áreas de atuação do órgão gestor:

Promover capacitação em gênero para outras áreas do governo municipal: Não
Articular com outros órgãos municipais a incorporação da questão de gênero na formulação e/ou implementação de políticas: Sim
Na área da educação: Sim
Na área do trabalho: Sim
Na área da violência: Sim
Na área da saúde: Sim
Na área da cultura: Sim
Na área da política: Não
Em outras áreas: Não
Executar diretamente políticas para a promoção da igualdade de gênero ou autonomia das mulheres: Sim
Na área da educação: Sim
Na área do trabalho: Sim
Na área da violência: Sim
Na área da saúde: Sim
Na área da cultura: Sim
Na área da política: Não
Em outras áreas: Não


14.2 Plano Municipal de política para as mulheres, programas, projetos ou ações.

Plano municipal de política para as mulheres - existência: Não
Ano do lançamento do Plano municipal de política para as mulheres: Não aplicável

Município desenvolve na área de políticas para mulheres, programa, projeto ou ação em cooperação, convênio e/ou articulação com:
Administração pública federal:Não
Administração pública estadual:Não
Administração pública municipal:Sim
Organizações não-governamentais:Sim
Outras instituições privadas:Não
Organismos internacionais (exceto ONG):Não
Entidades religiosas:Não
Entidade de trabalhadores:Não
Outras:Não


14.3 Conselho Municipal de direitos da mulher


Conselho municipal dos direitos da mulher - existência Sim
Ano de criação 2004
O conselho é paritário Sim

Caráter do conselho:
Consultivo: Sim
Deliberativo: Sim
Normativo: Não
Fiscalizador: Sim
O conselho realizou reunião nos últimos 12 meses: Sim
Vinculado administrativamente: Órgão gestor da assistência social

14.4 Abrigo e centro de referencia para mulheres em situação de violência

Existe Casa(s) - Abrigo para atendimento a mulheres em situação de violência no município com endereço sigiloso: Não existe Casa Abrigo para atendimento a mulheres em situação de violência
Principais atividades realizadas pela Casa(s)-abrigo:
Atendimento psicológico individual: Não aplicável
Atendimento psicológico em grupo: Não aplicável
Atividades culturais e educativas: Não aplicável
Atividades profissionalizantes: Não aplicável
Atendimento social por assistente social: Não aplicável
Atendimento jurídico: Não aplicável
Atendimento médico: Não aplicável
Acompanhamento pedagógico das crianças: Não aplicável
Encaminhamento para programas de emprego e geração de renda: Não aplicável
Garantia de isenção/permanência das crianças na escola:Não aplicável
Outras atividades:Não aplicável
Equipes que atuam na Casa(s)-abrigo são capacitadas: Não aplicável
Centro(s) de referência para mulheres em situação de violência no município - existência: Não

Principais atividades do Centro(s) de referência:
Atendimento psicológico individual: Não aplicável
Atendimento psicológico em grupo: Não aplicável
Atividades culturais, educativas profissionalizantes.: Não aplicável
Atendimento social acompanhado por assistente social que insira a mulher em programas sociais do governo, como Bolsa-Família e/ou Benefício de prestação continuada.: Não aplicável
Atendimento jurídico: Não aplicável
Encaminhamento para programas de emprego e geração de renda: Não aplicável
Atividades de conscientização sobre os direitos da mulher junto à comunidade: Não aplicável
Outras atividades: Não aplicável
Equipes que atuam no Centro(s) de referência são capacitadas: Não aplicável


15. Meio Ambiente
15.1 Órgão gestor do meio ambiente e informações sobre o gestor


Garantia de isenção/permanência das crianças na escola: Não aplicável
Outras atividades: Não aplicável
Equipes que atuam na Casa(s)-abrigo são capacitadas: Não aplicável
Centro(s) de referência para mulheres em situação de violência no município - existência: Não

Principais atividades do Centro(s) de referência:
Atendimento psicológico individual: Não aplicável
Atendimento psicológico em grupo: Não aplicável
Atividades culturais, educativas profissionalizantes.: Não aplicável
Atendimento social acompanhado por assistente social que insira a mulher em programas sociais do governo, como Bolsa-Família e/ou Benefício de prestação continuada.: Não aplicável
Atendimento jurídico: Não aplicável
Encaminhamento para programas de emprego e geração de renda: Não aplicável
Atividades de conscientização sobre os direitos da mulher junto à comunidade: Não aplicável
Outras atividades: Não aplicável
Equipes que atuam no Centro(s) de referência são capacitadas:Não aplicável


15.2 Conselho e fundo municipal de meio ambiente

Conselho municipal de meio ambiente - existência: Sim
Ano de criação do conselho: 1997
O conselho é paritário: Sim

Caráter do conselho:
Consultivo: Sim
Deliberativo: Não
Normativo: Sim
Fiscalizador: Não
O conselho realizou reunião nos últimos 12 meses: Não
Fundo municipal de meio ambiente - existência: Não
O fundo municipal de meio ambiente tem financiado ações e projetos para questões ambientais nos últimos 12 meses:Não aplicável


15.3 Licenciamento, Agenda 21, Legislação Ambiental e Comitê da Bacia Hidrográfica.

O município realiza licenciamento ambiental de impacto local: Sim
O município tem algum instrumento de cooperação com órgão estadual de meio ambiente para delegação de competência de licenciamento ambiental relacionado a atividades que vão além do impacto local: Não
Processo de elaboração da Agenda 21 local: Não
Estágio atual da agenda local: Não aplicável
Fórum da Agenda 21 local se reuniu com que freqüência nos últimos 12 meses: Não aplicável
Legislação específica para tratar de questão ambiental: Sim
A legislação está organizada sob forma de:Capítulo ou artigo do plano diretor
Faz parte de comitê de bacia hidrográfica: Sim


15.4 Articulação intermunicipal

Na política de meio ambiente o município participa de:
Consórcio público intermunicipal: Não
Consórcio público com o Estado: Não
Consórcio público com o Governo Federal: Não
Convênio de parceria com o setor privado: Não
Apoio do setor privado ou de comunidades: Sim


16. Variáveis Externas

Região: 4 - Sul
Código da Unidade da Federação: 41
Sigla da Unidade da Federação: PR
Classe de tamanho da população estimada de 2009: 6 - 100001 até 500000
Nome do município:Guarapuava


17. Tabelas Sociais:

17.1. Estimativas de famílias pobres (bolsa família e cadastro único). Penad 2006:
Bolsa Família: 10.528.
Cadastro Único: 19.679.

17.2. Índice de desenvolvimento humano – IDH (2000):0,77.

17.3. Média de pessoas por domicílio:
Urbana: 3,38.
Rurais: 3,53.

17.4. Percentual de pobreza:Não consta.

17.5. Percentual população urbana e rural:
Urbana: 91,30.
Rural: 8,7 (2000).

17.6. Bolsa família: 11, 065 \ R$ 1275, 988,00.

17.7. Cadastro único: Não consta.

17.8. Índice de gestão descentralizada-IGD: Não consta.

17.9. Programa de erradicação do trabalho infantil- PETI: Não consta.

17.10. Beneficio de prestação continuada- BPC: 2, 082.822,30.

17.11. Índice de gestão municipal: Não consta.

17.12. Proteção e atendimento integral a família – PAIF: Não consta.

17.13. Pró-jovem: Não consta.

18. MI Vetor:

18.1. Transferência do tesouro nacional para o município (Ano 2011): 19.370.496,72

18.2. Serviços de proteção social básica:6.033 \ R$ 29.880,00.

18.3. Serviços de Proteção Social Especial:50 \ R$ 78.700,00.


19. RI MUNIC.

19.1. Dados Gerais:
População (censo 2010):167.463.
IDHM (PNUD 2000): 0,77.
Média de Pessoas por Domicílio (Censo IBGE 2010): 3,28.
Porte do Município: Grande.
Transferência Constitucional: Transferências para o Município.
(Abr./11) 6.404.572,57.
Repasse até abr./11: 25.775.069,29.


19.2. IGD (todos os dados):Não consta.



20. RI Perfil:

20.1. Dados Gerais:

População (censo 2010):167.463.
IDHM (PNUD 2000): 0,77.
Média de Pessoas por Domicílio (Censo IBGE 2010): 3,28.
Porte do Município:Grande.
Transferência Constitucional: Transferências para o Município.
(Abr./11) 6.404.572,57.
Repasse até abr./11:
25.775.069,29.

20.2. Transferência de renda:

Programa: Bolsa Família.
Famílias: 11.065
Repasse do mês abr./11: 1.275.998,00
Repasse acum. Até abr./11: 4.436.033,00
Estimativa de Famílias Pobres - Perfil Bolsa Família. (Pnad 2006): 10.528 / Cobertura: 105,10%
Estimativa de Famílias Pobres - Perfil Cadunico (Pnad 2006): 19.679 / Cobertura:56,23%

20.3. Gráficos do Bolsa Família:





20.4. Mapa Comparativo do Bolsa Família:





20.5. Assistência Social:

Benefícios: BPC (incluindo RMV).
Beneficiários: 1.471 idosos e 2.532 PCD.
Repasse do mês abr./11: 801.640,50 idosos e 1.376.006,35 PCD.
Repasse acum. Até abr./11: 3.177.233,00 idosos e 5.450.935,74 PCD.

Ações: PAIF - Serviços de Proteção Social Básica à Família.
Beneficiários/Metas: capacidade de atendimentos as famílias: 1000.
Repasse do mês mar/11: 9.000,00.
Repasse acum. Até mar/11: 27.000,00
Número de CRAS: 2 Cofinanciados: 1 Próprios: 1

Ações: Serviço de Convivência do Idoso e/ou Criança até 6 anos.
Beneficiários/Metas: 6.033 crianças e \ou idosos e suas famílias.
Repasse do mês mar/11: 2.888,00.
Repasse acum. Até mar/11: 8.664,00.

Ações: Pro Jovem Adolescente
Beneficiários/Metas: 8 coletivos; 200 vagas e 119 jovens ( SIS jovem).
Repasse do mês mar/11: 7.536,75.
Repasse acum. Até mar/11: 16.330,50.

Total Proteção Social Básica:
Repasse do mês mar/11: 19.424,75.
Repasse acum. Até mar/11: 51.994,50.

Serviço de PSE para Pessoas com Deficiência, Idosas e Suas Famílias:212 \ Pessoas com deficiência\ idosos com dependência.
Repasse do mês mar/11: 8.076,00.
Repasse acum. Até mar/11: 24.229,00.

Serviços de Acolhimento: 100 famílias e indivíduos.
Repasse do mês mar/11: 9.000,00.
Repasse acum. Até mar/11: 27.000,00.

Ações Socioeducativas e de Convivência – PETI: 1.281 crianças e adolescentes.
Repasse do mês mar/11: 32.000,00.
Repasse acum. Até mar/11: 87.000,00.
Número de CREAS: 1 Cofinanciados: 1

PAEFI Serviço de Atendimento Especializado a Famílias e Indivíduos - PAEFI e Serviço de Abordagem Social: 80 famílias \ indivíduos atendidos.
Repasse do mês mar/11: 10.300,00.
Repasse acum. Até mar/11: 30.900,00.

Serviço de Proteção ao Adolescente em Cumprimento de Medida Socioeducativa em Meio Aberto – MSE: 80 adolescentes.
Repasse do mês mar/11: 4.400,00.
Repasse acum. Até mar/11: 8.800,00.
Número de CREAS: 1
Cofinanciados: 1


20.6. Gráficos de evolução do BPC:
20.7. Mapa comparativo do BPC.




20.8. Segurança Alimentar.
:Não consta.


20.9. Convênios vigentes.
:Não consta.

21: RI Bolsa Família\ CADÚNICO.

21.1. Secretária Nacional de Renda e Cidadania- SENARC.

Cadastro único: 01/2011.
Total de famílias cadastradas:15.424
Total de cadastros validos: Não consta.
Total de cadastros atualizados:Não consta.
Total de famílias cadastradas com renda per capita mensal de até 1/2 salário mínimo:15.183
Total de cadastros válidos com renda per capita mensal de até 1/2 salário mínimo:
Não consta.
Total de cadastros atualizados com renda per capita mensal de até 1/2 salário mínimo:Não consta.
Total de famílias cadastradas com renda per capita mensal de até R$ 140,00 3: 13.775

Bolsa família:

Número de famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família (05/2011).:10.979.

Grupos populacionais específicos:

Estimativa de famílias quilombolas (2010):322.
Total de famílias quilombolas cadastradas (12/2010):290.
Total de famílias quilombolas cadastradas com renda per capita mensal de até 1/2 salário mínimo (12/2010):287.
Número de famílias quilombolas beneficiárias do Programa Bolsa Família (02/2011:268.
Estimativa de famílias indígenas (2010):Não consta.
Total de famílias indígenas cadastradas (12/2010)16.
Total de famílias indígenas cadastradas com renda per capita mensal de até 1/2 salário mínimo (12/2010):16.
Número de famílias indígenas beneficiárias do Programa Bolsa Família 02/2011:15.
Número de famílias assentadas beneficiárias do Programa Bolsa Família 02/2011:Não consta.

Pensando Tecnologia e Sociedade



O texto escrito por Luziele Maria Tapajós, professora do departamento de serviço social da Universidade Federal de Santa Catarina, propõe examinar algumas considerações a respeito do tema tecnologia que segundo a autora a produção acadêmica neste campo é farta e fecunda, embora desordenada no que se refere aos seus conceitos, haja vista que o tema tecnologia tem uma das maiores ascensões na esfera das ciências sociais.

O artigo tem a pretensão de apresentar algumas vertentes da sociologia e sua implicação para o tema em questão.

Nos estudos contemporâneos sobre tecnologia à autora nos aponta ser bastante difícil reconhece-la como um fato social determinado por fatores políticos e econômicos. A tecnologia pensada enquanto fato social ainda é pouco incorporado ao debate.

Pois ao ser vista como fato social esta tecnologia é produto e ao mesmo tempo pratica social, mas as analises insistem em dissociar esses fatores. A conseqüência deste fato é a não compreensão da tecnologia como uma construção, resultando numa compreensão voltada a artefatos, necessidades de maquinas a aparatos tecnológicos que apenas tragam funcionalidade para a vida cotidiana.

Desta forma o artefato tecnológico não faculta ter significado social, sendo o objeto tecnológico um resultado cientifico não sendo pensado pela existência de algum processo social. Luziele ressalta que a tecnologia vista desta forma torna um fato centrado em si mesmo, que existe independente de nossos desejos, interesses, conhecimento e analise, não tendo nada a haver com a sua representação e os processos sociais.

Há quem interprete está visão de forma a compreender tecnologia como uma produção cultural, regida por certezas, condutas, acordos e conflitos. Nesta visão percebe-se uma rede de significados com finalidades articuladas a utilização do artefato tecnológico.

Outra visão trazida pela autora é de reconhecer a tecnologia como um sistema sociotécnico, nesta visão o desenvolvimento de qualquer engenho, produto, maquina ou artefato tem diretamente a ver com a composição de elementos heterogêneos.
Nesta concepção a histórica da tecnologia pode ser estudada efetivamente como uma historia de sistemas podendo explicar em um só tempo a construção social e a sociedade.

Na tecnologia como construção pressupõe que as inovações tecnológicas e as praticas conseqüentes ao seu processo de desenvolvimento fazem parte na realidade ao serem determinadas pela sociedade e seu mundo.

Todas essas interpretações para Luzielle poderiam ser melhores trabalhadas se fossem considerados seus presupostos e os extensos trabalhos que se dispõe a pensá-la e experiência-la.

Essas novas tecnologias criam uma nova sociedade, chamada por alguns autores como à sociedade da informação, essa sociedade estabelece uma nova conjunção com novos poderes e novos saberes, encontrando também um novo conjunto de ideais que surgem para explicar, justificar ou contradizer as mudanças percebidas na vida social, econômica e política. Sendo a internet um dos maiores produtores deste debate, por suas possibilidades e pelos seus milhões de consumidores.

Essa nova realidade caracterizada pela vida digital exigirá cada vez menos a presença material, onde a noção de publico se encerra em um só espectador, ou seja, uma só pessoa. Desta forma não há duvidas que a vida digital aconteça e acontecerá num plano irrevogável.

Nesta nova realidade o que se tem é desterritorilização, que tem como condição essencial o abandono do aqui e agora, não tendo a obrigatoriedade de correspondência com a realidade concreta, com a necessidade de novos códigos e novas estruturas. O relacionamento não é mais com o futuro, mas com o virtual. Desta forma a autora nos coloca que vivemos em uma época de rendição da cultura tecnológica, ou seja, um tecnopólio como ressalta Neil Postman onde não existem defesas para os excessos de informação onde não existem defesas para os excessos tecnológicos.

Consideramos assim que existem varias formas de interpretação de tecnologia junto à sociedade, uma vasta literatura acompanha o referido tema com visões diversas de debater o assunto, mas o que se pode interpretar no texto da autora que não é mais possível se desvencilhar da tecnologia.

A tecnologia se tornou um elemento vital na sustentação da sociedade burguesa e na construção de novas formas de relação social. Percebemos no decorrer do texto que a autora, através do pensamento de outros autores, coloca que a tecnologia é o que mediatiza o homem e seu relacionamento com o mundo externo.

Não cabe mais escolher por não a utilizar, pois a tecnologia tornou-se corpo e forma e tem poder, ainda que esse poder esteja submerso nos artefatos e nas possibilidades de melhorar a vida cotidiana, ainda que nas questões domésticas e ou para desenvolver um trabalho mais ágil, é um fato que chegou e dificilmente haverá retrocessos.

Desta forma o que precisa é desenvolver novas visões que vejam a tecnologia para além das maquinas, mas voltada para questões políticas, de movimentos sociais, defesa dos direitos, essa tecnologia deve ir além das questões produtivas, Embora seja imprescindível à nova sociedade.

Pensar a tecnologia, em nossos dias, significa percebê-la como componente de uma realidade complexa, que apresenta múltiplas facetas e que não se dá a conhecer ao primeiro contato.

É preciso ter um olhar para o global, não buscando sofisticação apenas para as necessidades objetivas, mas desenvolver mecanismos que possibilite que a tecnologia junto à sociedade seja uma ferramenta para uso do coletivo.

Pois é no coletivo que se manifestam as questões mais subjetivas da sociedade, podendo desta forma contribuir para a qualidade de vida de todos, inclusive daqueles que se encontram excluídos de fazerem parte dessa nova realidade, dessa nova ordem social, que tem como base a tecnologia.

Nesse sentido, Marx coloca que toda e qualquer inovação e invenção, são frutos de um processo social e não da genialidade isolada de um indivíduo.

SIPIA




No dia 13 de maio de 2011, tivemos uma palestra sobre o SIPIA, diante disso, dividiremos com vocês algumas considerações importantes a despeito de tal Sistema.

O SIPIA é um sistema de registro e tratamento de informações sobre a garantia dos direitos fundamentais preconizados pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), colocando-se como um instrumento para ação dos Conselhos Tutelares e dos Conselhos de Direitos nos níveis Municipal, Estadual e Federal. sendo um sistema de registro e tratamento de informação com abrangência nacional, criado para subsidiar a adoção de decisões governamentais nas políticas para crianças, que surgiu da necessidade do Estado e da União em :
-Dispor de um sistema de monitoramento contínuo da situação de proteção à criança e ao adolescente nos Conselhos Tutelares.
-Dotar os Conselhos de uma ferramenta que fornecesse com agilidade e rapidez as informações às diversas instancia municipal, estadual e federal.
Esse sistema de informação para a criança e o adolescente é um sistema informatizado de registro e tratamento de informações que permite que os conselheiros tutelares registrem, acompanhem e encaminhem de forma ágil e sistemática, n=medidas apropriadas para os casos de direitos violados.

O SIPIA deve assegurar que:
-Às crianças e adolescentes como cidadão, o acesso mais rápido às políticas sociais básicas necessárias ao seu desenvolvimento.
-Participar da Rede Nacional da Secretaria Especial de Direitos Humanos para monitoramento de questões relativas a crianças e adolescentes no município;
-Permitir as demais instâncias - Conselhos de Direitos e autoridades competentes uma visão panorâmica da situação do município relativo à violação de direitos da criança e do adolescente;
-Subsidiar a formulação de políticas públicas para atendimento à criança e adolescente através do envio “on line” dos registros e fatos;
-Geração de dados estatísticos, com o cruzamento das informações que dão um diagnóstico real da situação e das características de violação dos direitos da criança e do adolescente no município.
-Promover uma maior agilidade da ação governamental e não governamental no investimento da rede de retaguarda no município (escolas, creches, hospitais, abrigos, etc.).

SIPIA E O CONSELHO TUTELAR
A base do SIPIA é o Conselho Tutelar, para o qual se dirigem de imediato as informações e demandas sobre a violação ou o não atendimento aos direitos assegurados à criança e adolescente. É de exclusiva competência e de responsabilidade dos Conselheiros Tutelares o registro das informações no SIPIA, não devendo ser delegada a outros funcionários.

Competência especifica do conselho tutelar
Atender crianças e adolescentes
Atender os pais ou responsáveis
Requisitar serviços públicos
Representar junto à autoridade judiciária
Encaminhar ao ministério público.
Encaminhar ao judiciário
Providenciar medida estabelecida pelo judiciário
Expedir notificação
Requisitar certidões de nascimento

Fundamentado no Estatuto da criança e do adolescente o SIPIA tem três objetivos primordiais:

Operacionalizar na base a política de atendimento dos direitos, ou seja, possibilitar a mais objetiva e completa leitura possível da queixa ou situação da criança ou adolescente, por parte do Conselho Tutelar;

Encaminhar a aplicação da medida mais adequada com vistas ao ressarcimento do direito violado para sanar a situação em que se encontra a criança ou adolescente;

Subsidiar as demais instâncias - Conselhos de Direitos e autoridades competentes na formulação e gestão de políticas de atendimento.

Entre os Benefícios do SIPA estão:Ø Padronizar as informações a nível Brasil;
Facilitar o registro das informações;
Agilizar/automatizar o processo decisório;
Registrar a história de uma criança/adolescente;
Possibilitar o intercâmbio de informações.


O sistema SIPIA tem grande relevância em sua pratica, mas o que precisa ser revisto, são as competências dos conselhos tutelares, pois muitas vezes é chamado a atuar em funções que não são de suas responsabilidades. Acarretando em desvio de função, o que consequentemente acaba por violar direito ao invés de instituir.
O assistente social como profissional que busca a garantia dos direitos, através de suas praticas deve contribuir para que os direitos sejam efetivos na vida dos usuários. Deve ter um olhar atento para esta questão, pois o conselho tutelar está intimamente ligado a pratica do serviço social, uma vez que esse órgão existe para que os direitos de crianças e adolescentes não sejam violados e que possam desfrutar de seus direitos fundamentais.
Portanto esses jovens devem ser assistidos uma vez que não possuidores de responsabilidade para responder a ato-infracional e aos mais variados casos de negligencia, causados por varias questões, mas onde sem duvidas a mais forte pela questão social.

Que ao excluir essas crianças e seus pais do sistema produtivo e de consumo colocam em situações de vulnerabilidades, o que resulta em crimes, em abandono, em prostituição, envolvimento com drogas e com a falta de perspectiva de uma criança que encontra no crime a solução para a sua vida miserável e degradante.
O SIPIA deve junto com os conselhos e profissionais como o serviço social buscar cada vez mais soluções para enfrentar os problemas que estão cada vez mais colocando essas crianças e adolescentes na contra mão dos seus direitos fundamentais, que ao invés de estabelecer direito a uma vida melhor estão sendo violados.

domingo, 15 de maio de 2011

Dia Do Assistente Social

Galerinha tudo bem com vocês? Hoje dia 15 de maio um dia de muita importância para todos nós, então primeiramente gostariamos de parabenizar a todos os Assistentes Sociais e dividir esse texto com você:

"Esqueça a idéia preconceituosa que o assistente social é alguém que só se preocupa em ajudar as pessoas a enfrentar questões delicadas.


Primeiro, porque ele ganha um salário para cumprir suas tarefas. Depois, porque essa atividade passa longe do paternalismo: nasce da percepção de que as desigualdades sociais precisam ser combatidas para o benefício de todos.


Assistente social é o profissional que tem em mente o bem-estar coletivo e a integração do indivíduo na sociedade. Sua atuação é muito ampla: o assistente social estará onde for necessário, orientando, planejando e promovendo uma vida mais saudável - em todos os sentidos.


Mesmo quando atende a um indivíduo, o assistente social está trabalhando com um grupo social, pois entende que esta pessoa está inserida em um contexto no qual não se pode dissociar o individual do coletivo.

Esta "mãozinha" do assistente social é fundamental. Utilizando uma metáfora popular, podemos dizer que este profissional não é aquele que doa um peixe, mas o que ensina a pescar. É preciso diferenciar assistência de assistencialismo."

sexta-feira, 8 de abril de 2011

A Rede Social - O Filme



A Rede Social de David Fincher narra a história do fundador do site de relacionamento social Facebook. Tem como pano de fundo a Universidade de Harvard do ano 2003. Zuckerberg é um jovem estudante que acaba de ser largado pela namorada, revoltado com o fim do relacionamento, para se vingar, ele se torna um blogueiro sociopata que devasta a reputação da ex e, em seguida, cria ao lado do programador brasileiro Eduardo Saverin um aplicativo batizado de Facemash, cujo assunto é ranquear e criar uma disputa de beleza entre as universitárias.
A invenção o torna popular pela primeira vez. Sendo assim três amigos geeks o convidam então para ajudar a pôr no ar um projeto pessoal deles: uma rede social universitária, em que os cadastrados poderão se relacionar.
Enquanto eles investem no site, Zuckerberg se tranca em seu quarto e, num belo gesto copia e cola, pega os elementos dos colegas e os aprimora para aquilo que se tornaria o seu “The Facebook”, um hit instantâneo em Harvard e em outras faculdades americanas e européias.
A rede social prova que não é possível chegar a 500 milhões de amigos sem fazer alguns inimigos.
O jovem blogueiro não imaginava a tamanha repercussão de sua mera vingança, visto que hoje o mesmo se tornou um dos jovens milionários mais populares da Rede.
Através do filme podemos analisar que as redes de relacionamento social têm seu lado positivo e negativo, positivos no sentindo da informação, visto que nesses sites podemos no relacionar com pessoas do mundo inteiro, debater sobre temas atuais, obter contatos profissionais. E negativos no sentindo de que a vida pessoal se torna mais exposta, o indivíduo acaba se afastando do convívio familiar e da sociedade, e o deixa mais vulnerável as questões de violência, prostituição e bulling.

Assitente Social Trabalhando em Rede




A grande maioria dos Assitentes Sociais trabalha no campo das Políticas Públicas. Para garantir a efetivação do nosso trabalho, é necessário que os campos estejam conectados entre si, para que possamos trocar dados, informações, indicadores. Esse seria o denominado trabalho em rede.
Onde através de um sistema de informação, podemos saber quem é o público das políticas públicas, onde eles moram em que condições eles vivem, as quais serviços eles utilizam, entre outras.
No dia 01/04/2011, tivemos a presença da gerente de gestão pública de Assistência Social do município de Londrina, Sâmia Mustafá, ela veio nos falar acerca do trabalho em rede através do Sistema IRSAS (Informatização da Rede de Serviços da Assistência Social.), trata-se de um sistema de cadastro e controle, onde é coletado informações tais como identificação, localização da pessoa, escolaridade, ocupação, composição familiar, entre outras. Com esse cadastro é possível traçar um perfil do público atendido por cada entidade sócio-assistencial inclusive com divisões por filtros do tipo rua, bairro e territórios.
Pelo fato da família estar em constante processo de mudança, o eixo desse sistema é sempre o domicílio.
O trabalho em rede é capaz de organizar e democratizar as informações, facilitando o trabalho. No entanto não podemos deixar que esses sistemas criados para facilitar a rotina de trabalho, substituíam o trabalho do técnico. Pois o sistema cria um parâmetro único de alto, médio e baixo grau de vulnerabilidade, facilitando o olhar e evitando o critério de valores pessoais. Porém quem valida é o profissional, haja vista que ele faz vista de outras categorias que não são levantadas pelo sistema.
Conclui-se que o sistema de informações é para os profissionais de Serviço Social, uma ferramenta para interpretar a realidade do sujeito, jamais deve cair na ilusão que esse sistema possa substituir o seu trabalho intrínseco e critico pautado sempre no direito e nas responsabilidades com seus usuários.

domingo, 13 de março de 2011

O Assistente Social e as Tecnologias de Informação


As tecnologias de informação fazem parte do processo da revolução informacional, sendo um recurso usado muitas vezes para o aumento da produtividade.
Alguns profissionais recorrem a esta ferramenta para facilitar o desenvolvimento do seu trabalho, contudo alguns ainda criam certa resistência em aderir estas tecnologias, e outros aderem às estas inovações de forma indevida, mecanizando ações que são privativas do profissional.
As tecnologias de informação são de real relevância para o trabalho do assistente social, servindo como ferramenta operacional, haja vista como foi mostrado no artigo “Assistente Social e tecnologias de informação.”, de Marcio Antunes da Silva[1], através das TI é possível à utilização de softwares que cruzam dados de atendimentos com indicadores sociais, otimizando o processo de gestão de serviços sociais assim como o planejamento eficiente das ações, além de facilitar o contato com as redes de serviços.
 Porém é necessário destacar que essas tecnologias devem ser utilizadas diante de uma reflexão critica por parte dos assistentes sociais, visto que seu trabalho envolve diretamente os usuários das políticas públicas.
A formação técnica e operativa dada ao profissional do Serviço Social lhe confere a responsabilidade de avaliar as demandas que lhe são colocadas. De acordo com a lei 8662/93, que regulamenta a profissão de Serviço Social, em seu artigo 5º, aponta as atribuições privativas do assistente social, dentre elas no inciso I - coordenar, elaborar, executar, supervisionar e avaliar estudos, pesquisas, planos, programas e projetos na área de Serviço Social.
Ou seja, cabe sim ao Assistente Social avaliar e fiscalizar os programas de computador aos quais está a sua disposição, e não apenas operar sistemas já construídos já que em muitos casos são criados por técnicos de informática, e os mesmos não possuem competência técnica para lidar com políticas públicas, e tão pouco atuar diante dos critérios de seleção de pessoas, para o recebimento de benefícios.
Portanto, é notório que esse debate em torno da então chamada “revolução informacional” requer ser tema de debates nos cursos de graduação em serviço social, visto a sua importância nos setores de atuação profissional, para que dessa forma sejam utilizados positivamente no trabalho, melhorando a qualidade do atendimento prestado aos cidadãos e não sendo apenas uma forma de facilitar o trabalho dos assistentes socais através de um agir de forma mecânica e computadorizada.



[1] Assistente Social pela UEL, Mestrando em Serviço Social e Políticas Sociais na UEL.