As tecnologias de informação fazem parte do processo da revolução informacional, sendo um recurso usado muitas vezes para o aumento da produtividade.
Alguns profissionais recorrem a esta ferramenta para facilitar o desenvolvimento do seu trabalho, contudo alguns ainda criam certa resistência em aderir estas tecnologias, e outros aderem às estas inovações de forma indevida, mecanizando ações que são privativas do profissional.
As tecnologias de informação são de real relevância para o trabalho do assistente social, servindo como ferramenta operacional, haja vista como foi mostrado no artigo “Assistente Social e tecnologias de informação.”, de Marcio Antunes da Silva[1], através das TI é possível à utilização de softwares que cruzam dados de atendimentos com indicadores sociais, otimizando o processo de gestão de serviços sociais assim como o planejamento eficiente das ações, além de facilitar o contato com as redes de serviços.
Porém é necessário destacar que essas tecnologias devem ser utilizadas diante de uma reflexão critica por parte dos assistentes sociais, visto que seu trabalho envolve diretamente os usuários das políticas públicas.
A formação técnica e operativa dada ao profissional do Serviço Social lhe confere a responsabilidade de avaliar as demandas que lhe são colocadas. De acordo com a lei 8662/93, que regulamenta a profissão de Serviço Social, em seu artigo 5º, aponta as atribuições privativas do assistente social, dentre elas no inciso I - coordenar, elaborar, executar, supervisionar e avaliar estudos, pesquisas, planos, programas e projetos na área de Serviço Social.
Ou seja, cabe sim ao Assistente Social avaliar e fiscalizar os programas de computador aos quais está a sua disposição, e não apenas operar sistemas já construídos já que em muitos casos são criados por técnicos de informática, e os mesmos não possuem competência técnica para lidar com políticas públicas, e tão pouco atuar diante dos critérios de seleção de pessoas, para o recebimento de benefícios.
Portanto, é notório que esse debate em torno da então chamada “revolução informacional” requer ser tema de debates nos cursos de graduação em serviço social, visto a sua importância nos setores de atuação profissional, para que dessa forma sejam utilizados positivamente no trabalho, melhorando a qualidade do atendimento prestado aos cidadãos e não sendo apenas uma forma de facilitar o trabalho dos assistentes socais através de um agir de forma mecânica e computadorizada.

Baum, gente!
ResponderExcluirPrimeira atividade realizada!!!!
Beeeejo meninass!!!!
(GABI)
Obrigado, meninas.
ResponderExcluirmuito legal...
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