
A Rede Social de David Fincher narra a história do fundador do site de relacionamento social Facebook. Tem como pano de fundo a Universidade de Harvard do ano 2003. Zuckerberg é um jovem estudante que acaba de ser largado pela namorada, revoltado com o fim do relacionamento, para se vingar, ele se torna um blogueiro sociopata que devasta a reputação da ex e, em seguida, cria ao lado do programador brasileiro Eduardo Saverin um aplicativo batizado de Facemash, cujo assunto é ranquear e criar uma disputa de beleza entre as universitárias.
A invenção o torna popular pela primeira vez. Sendo assim três amigos geeks o convidam então para ajudar a pôr no ar um projeto pessoal deles: uma rede social universitária, em que os cadastrados poderão se relacionar.
Enquanto eles investem no site, Zuckerberg se tranca em seu quarto e, num belo gesto copia e cola, pega os elementos dos colegas e os aprimora para aquilo que se tornaria o seu “The Facebook”, um hit instantâneo em Harvard e em outras faculdades americanas e européias.
A rede social prova que não é possível chegar a 500 milhões de amigos sem fazer alguns inimigos.
O jovem blogueiro não imaginava a tamanha repercussão de sua mera vingança, visto que hoje o mesmo se tornou um dos jovens milionários mais populares da Rede.
Através do filme podemos analisar que as redes de relacionamento social têm seu lado positivo e negativo, positivos no sentindo da informação, visto que nesses sites podemos no relacionar com pessoas do mundo inteiro, debater sobre temas atuais, obter contatos profissionais. E negativos no sentindo de que a vida pessoal se torna mais exposta, o indivíduo acaba se afastando do convívio familiar e da sociedade, e o deixa mais vulnerável as questões de violência, prostituição e bulling.
