sexta-feira, 8 de abril de 2011

A Rede Social - O Filme



A Rede Social de David Fincher narra a história do fundador do site de relacionamento social Facebook. Tem como pano de fundo a Universidade de Harvard do ano 2003. Zuckerberg é um jovem estudante que acaba de ser largado pela namorada, revoltado com o fim do relacionamento, para se vingar, ele se torna um blogueiro sociopata que devasta a reputação da ex e, em seguida, cria ao lado do programador brasileiro Eduardo Saverin um aplicativo batizado de Facemash, cujo assunto é ranquear e criar uma disputa de beleza entre as universitárias.
A invenção o torna popular pela primeira vez. Sendo assim três amigos geeks o convidam então para ajudar a pôr no ar um projeto pessoal deles: uma rede social universitária, em que os cadastrados poderão se relacionar.
Enquanto eles investem no site, Zuckerberg se tranca em seu quarto e, num belo gesto copia e cola, pega os elementos dos colegas e os aprimora para aquilo que se tornaria o seu “The Facebook”, um hit instantâneo em Harvard e em outras faculdades americanas e européias.
A rede social prova que não é possível chegar a 500 milhões de amigos sem fazer alguns inimigos.
O jovem blogueiro não imaginava a tamanha repercussão de sua mera vingança, visto que hoje o mesmo se tornou um dos jovens milionários mais populares da Rede.
Através do filme podemos analisar que as redes de relacionamento social têm seu lado positivo e negativo, positivos no sentindo da informação, visto que nesses sites podemos no relacionar com pessoas do mundo inteiro, debater sobre temas atuais, obter contatos profissionais. E negativos no sentindo de que a vida pessoal se torna mais exposta, o indivíduo acaba se afastando do convívio familiar e da sociedade, e o deixa mais vulnerável as questões de violência, prostituição e bulling.

Assitente Social Trabalhando em Rede




A grande maioria dos Assitentes Sociais trabalha no campo das Políticas Públicas. Para garantir a efetivação do nosso trabalho, é necessário que os campos estejam conectados entre si, para que possamos trocar dados, informações, indicadores. Esse seria o denominado trabalho em rede.
Onde através de um sistema de informação, podemos saber quem é o público das políticas públicas, onde eles moram em que condições eles vivem, as quais serviços eles utilizam, entre outras.
No dia 01/04/2011, tivemos a presença da gerente de gestão pública de Assistência Social do município de Londrina, Sâmia Mustafá, ela veio nos falar acerca do trabalho em rede através do Sistema IRSAS (Informatização da Rede de Serviços da Assistência Social.), trata-se de um sistema de cadastro e controle, onde é coletado informações tais como identificação, localização da pessoa, escolaridade, ocupação, composição familiar, entre outras. Com esse cadastro é possível traçar um perfil do público atendido por cada entidade sócio-assistencial inclusive com divisões por filtros do tipo rua, bairro e territórios.
Pelo fato da família estar em constante processo de mudança, o eixo desse sistema é sempre o domicílio.
O trabalho em rede é capaz de organizar e democratizar as informações, facilitando o trabalho. No entanto não podemos deixar que esses sistemas criados para facilitar a rotina de trabalho, substituíam o trabalho do técnico. Pois o sistema cria um parâmetro único de alto, médio e baixo grau de vulnerabilidade, facilitando o olhar e evitando o critério de valores pessoais. Porém quem valida é o profissional, haja vista que ele faz vista de outras categorias que não são levantadas pelo sistema.
Conclui-se que o sistema de informações é para os profissionais de Serviço Social, uma ferramenta para interpretar a realidade do sujeito, jamais deve cair na ilusão que esse sistema possa substituir o seu trabalho intrínseco e critico pautado sempre no direito e nas responsabilidades com seus usuários.